O poder da criação é a maior maldição

O poder da criação é a maior maldição

Homo Sapiens , homem, espécie humana e etc, há várias denominações para este animal, um animal diferente do restante, o topo da cadeira alimentar, tudo por ter uma habilidade a na qual nenhum outro animal desenvolveu tão bem, a habilidade de criar, mas não apenas objetos, o maior poder da raça humana não são lanças, espadas, arcos, armas de fogo ou bombas, o maior poder que a humanidade possui é criar o que não existe, e lidar como se fosse real, essa característica é responsável pela humanidade ter se avançado, mas tudo tem seu lado negro.

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a imagem expressa a “evolução” dos meios de comunicação

Desde o início da espécie, essa característica já havia se manifestado, na ideia de relação de poder que o macho e a fêmea teriam, pela fêmea menstruar ela seria mais suscetível a ser encontrada caso ela estivesse caçando, além dela produzir leite e gerar os dessedentes da espécie, por este ponto de vista os humanos primitivos acreditavam que o melhor seria mulher ficar em um local seguro e cuidar dos filhotes, em quanto o homem deveria ir atrás da comida, gerando uma situação de dupla dependência o homem dependia da mulher para criar o futuro da espécie e o homem, trazia o alimento, como sem alimento não há como sobreviver, a mulher se tornava dependente do homem, porém mesmo após a estabilização do homem em locais fixos devido a descoberta da agricultura, a mulher continuou sendo vista como dependente do homem.

Desde o princípio da humanidade essa característica haveria se manifestado, sendo visível na divisão de trabalho entre o macho e a fêmea, na qual como na maioria dos mamíferos o macho era maior e mais forte, e por tal era o macho quem caçava e trazia o alimento, além dela ser mais fraca, por ter o risco de menstruar ela seria detectada mais facilmente pela presa, e por tal ficou com ela a tarefa de cuidar dos filhos, além de que por eles serem nômades nas viagens era dever do macho proteger a fêmea e os filhotes a qualquer custo.

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Isso resultou em uma dupla dependência em quanto o homem precisava da mulher para criar o futuro da espécie, o homem trazia o alimento, no qual sem não teria como sobreviver, porém essa relação de poder com o homem a cima da mulher mesmo que não fizesse mais sentido continuou após a estabilização humana gerada pela descoberta da agricultura (na qual provavelmente foi descoberto pela mulher já que ela pro ficar parada podia analisar o ambiente a sua volta).

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Após a estabilização, o número de pessoas em locais fixos cresceram, e formaram vilas, na qual era liderada pelo membro mais forte, e desde seu período nômade os humanos já haviam crenças de algo maior, então com vários humanos juntos e historias sobre esse algo maior surgiu a crença de divindades para explicar o mundo a seu redor.

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Alguns exemplos de divindades do egito

Os deuses eram responsáveis por controlar algum elemento da natureza a sua volta, e por tal acreditavam que o melhor seria agradar essas entidades, e por tal surgiu a figura do sacerdote um membro da vila que seria responsável por essa ligação com os deuses e era o encarregado de realizar rituais para agradar os seres superiores, e por tal até mesmo o líder da tribo seguia seus ensinamentos.

Contudo o surgimento de diversas vilas, ao se encontrarem talvez por serem diferentes e o ser humano assim como os outros animais não sabe lidar com o diferente e por tal ocasionou em conflitos, na qual a vila vencedora submeteria a perdedora a trabalho forçado e sem recompensa, além de impor sua cultura na vila perdedora, e suas crenças deveriam ser a mesma da vila vencedora.(visto que se eles venceram os deuses deles eram mais poderosos).

As vilas foram crescendo, porém uma cresceu e se desenvolveu mais que as demais, seu nome é Uruk a primeira cidade, nela havia uma grande produção de alimentos, havia trocas e foi a primeira a desenvolver a escrita e seu próprio código de leis, na qual seu líder era a figura do rei, que havia poder total (visto que era considerado uma divindade)

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Apesar de escravos estarem ilustrados na piramide, na verdade escravos eram considerados fora da sociedade visto que eles eram propriedade e não pessoas.

Ao decorrer dos séculos por muito tempo o sistema de um rei com todo poder concentrado, permaneceu mas os povos helênicos, além de inventaram a filosofia ocidental, foi na cidade de Atenas onde nasce a democracia onde os cidadãos poderiam tomar as decisões, através de discussões, mas o poder ainda assim era concentrado, pois cidadãos na Grécia deveriam ser homens, filhos de pais e mães atenienses, com mais de 18 anos, alem de que o individuo com renda maior tinha também uma importância maior na participação nas deliberações.

Dentro dos cidadãos também teria uma divisão, na qual grandes donos de terras estão acima de comerciantes que estão acima de pequenos proprietários de terra.

Mesmo com o passar do tempo as guerras não cessaram, e os gregos venceram e conquistaram diversos povos, devido a sua tecnologia e táticas sofisticadas para a época, porém a Grécia caiu devido a uma guerra interna entre Esparta e Atenas, na qual ambos perderam afinal devido a esse enfraquecimento eles foram conquistados pelo império macedônico, que iria conquistar todo mundo antigo e espalhar a cultura helênica por seu território, e assim espalhando os ideais

Mapa do império macedônico

Após o fim imperio macedonico iria surgir o novo grande império, no caso o romano que teve ao seu período 3 sistemas de governo: monarquia no qual o rei possuía todo o poder, republica onde a população escolhia representantes para tomar a decisão(mesmo que a classe politica não necessariamente considerava a vontade do povo e a recentralização do poder nas mãos do imperador.

Império Romano - Origem, história, conquistas, imperadores e queda

Em determinado momento Roma adota o cristianismo como principal religião o catolicismo, porém ainda se mantiveram os escravos, porém com isso o catolicismo foi espalhado para grande parte do mundo, e a queda de Roma faria surgir a idade das trevas, na qual a igreja católica junto aos senhores feudais haviam a contração de poder dentro das cidades muradas na qual os antigos romanos haviam se escondido dos povos bárbaros.

A idade das trevas foi um periodo marcado principalmente pelo medo, se acreditavam que o que aconteceu com Roma fora por causa que haviam saindo do caminho do senhor, com isso se perseguiam, torturavam e matavam qualquer coisa que fosse contra o cristianismo, desde homossexuais(que eram comuns na grécia e roma) até cientistas que haviam ideias diferentes dos dogmas religiosos.

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No final da idade media o crescimento do comercio fez com que surgisse a classe burguesa, na qual se juntaram aos reis entregando o poder novamente aos reis e não mais nas igrejas, porém o povo continuou sendo oprimido.

E por tal razão começou a surgir os pensamentos iluministas, que se espalharam rapidamente pelo mundo, gerando diversas revoltas por todo globo, muitas delas Retiram o poder do rei ou o próprio rei e trouxeram “liberdade” aos Europeus, e retiraram Deus do centro do universo e colocaram o homem em seu lugar, é importante citar que mulheres tiveram sua participação mas o homem continuou ser considerado superior a mulher, mesmo tendo igual e fraternidade entre os ideias iluministas.

Revolução Francesa

Mesmo com o homem sendo o centro do universo o pensamento cristão continuou pela Europa, apesar de que para manter o nova economia, os Europeus passaram a escravizar negros, nos quais eles acreditavam ser inferiores e por tanto não humanos ou iguais a eles, e por isso eles acreditavam que Deus permitiria que eles fossem escravizados.

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Ao mesmo tempo que eles escravizavam outros humanos, na Europa principalmente por causa de Napoleão acabou surgindo o Nacionalismo, no qual a população de uma nação deveria fazer de tudo por ela e seguir os ideais de sua nação, os governantes utilizaram o nacionalismo para justificar diversas atrocidades, desde a colonização de novas terras até o genocídio de outros povos.

Com o surgimento das colonias, as nações Europeias imporão sua cultura nos nativos de suas colonias, o que levou ao perdimento de diversas culturas e conflitos com o povo local, também gerou nos que nasceram na colonia um sentimento de vira-lata, afinal eles eram membros de uma nação dominada por outra.

Porém com a ascensão da inglaterra e do capitalismo, passou-se a se libertar os escravos, afinal escravo não tem renda, e por tal não poderia comprar, com a abolição da escravidão, o principal alvo das opressão por poder econômico seria classe proprietariada, na qual era livre porém tinha que trabalhar 16 horas por dia e recebia o bastante apenas para se alimentar.

Localização de Império Britânico
Território do império britânico ou o império em que o sol nunca se põe

E por tal diversos trabalhadores se revoltaram e exigiram melhores condições de vida, mas não apenas os trabalhadores, surgiram diversos movimentos sociais na idade contemporânea (movimento negro, movimento feminista, movimento LGBT+ e etc), apesar da maior parte só terem conseguido melhoras no século XX.

Apesar dos movimentos terem conseguindo mais espaço aos dessedentes de escravos, as mulheres e aos homossexuais, até hoje se tem muito preconceito, a esse indivíduos, apenas por causa de ideias erronias criadas pelos próprios seres humanos a milênios atrás, o que é bastante irracional, o que no final prova que essa especie apesar de ter uma alta capacidade transformadora no final não veem o mundo pela logica e razão, mas assim como os outros animais eles o veem pelos seus instintos

Quais as contribuições da filosofia no processo de libertação humana em relação ao totalitarismo?

Por: Mikaella Luiza Ribeiro Barbosa. 

Inicialmente, é necessário ter em mente a definição de opressão. O significado geral de opressão trata-se de um indivíduo que esteja sendo sujeitado a alguém, é a condição da pessoa que está sendo oprimida. No geral, são pessoas diminuindo o potencial de outras de serem plenamente humanas. Tendo em mente seu significado, agora pode-se prosseguir.

O início de uma grande desestabilização

A partir do ano de 1914 uma desestabilização se iniciava no mundo: a Primeira Grande Guerra Mundial. Foi um conflito armado importantíssimo da história que trouxe inúmeras consequências para diversos países, principalmente para a Alemanha. 

É preciso destacar que a Primeira Guerra Mundial foi um marco para colonização alemã no continente africano. Com a derrota na Grande Guerra, a Alemanha perdeu seus territórios na África que foram divididos entre as principais nações europeias no período. 

Além da exploração de matérias primas, como fosfato, café, cacau e algodão no Togo, por exemplo, Bismark, estadista alemão do período, defendia que a presença alemã na África não se dava apenas pela exploração de seu território, mas que se caracterizava em um dever em nome da civilização. Ou seja, os europeus acreditavam ser os representantes do projeto civilizador e  estariam levando aos povos menos evoluídos da África. Essa visão é altamente opressora no quesito racista e hierárquico, postura europeia que marca a colonização como um todo e a justificativa falha para exploração do território africano.

Com o fim da guerra em 1918, a Alemanha, foi obrigada a assinar o Tratado de Versalhes, um acordo entre França e Inglaterra com as terras germânicas que consistia em seus papeis: que fossem proibidas de tomarem novos territórios (portanto, perdeu suas colônias africanas), abusar do uso de seu exército e ainda pagar uma alta taxa de indenização. 

Ao longo desses anos, após esse acordo, o povo alemão estava bastante fragilizado e arrasado com a derrota da Primeira Guerra, foram milhões de mortes civis e militares, construções perdidas e a perda de sua dignidade. 

Adolf Hitler: o início de uma salvação?

Em 1933, nas eleições de partidos políticos que ocorreram, o Partido Nazista foi eleito com seu líder Adolf Hitler que se tornou chanceler no mesmo ano. 

Com a vitória de Hitler e as regras impostas pelo Tratado Versalhes, o líder resolve quebrar o acordo invadindo a Polônia e partir para outra Grande Guerra Mundial que viria a acontecer seis anos mais tarde. 

Em 1939, uma Guerra é iniciada, entretanto o povo germânico ainda estava quebrado e fragilizado com a última guerra que teria sido a poucos anos atrás. Como eles concordaram com a loucura de Hitler?

1. É importante lembrar, que mesmo estando ressentido com a Primeira Guerra, o povo alemão também estava em revolta com o Tratado de Versalhes, foi um dos motivos de se juntarem ao líder.

  2. Outro importantíssimo motivo, foi o carisma que Hitler proporcionava para a população. O nazismo nunca teria chegado tão longe sem a liderança carismática de Hitler, um sujeito que hipnotizava multidões e tinha um poder de convencimento difícil de ser igualado. “No palanque, ele encarnava o mito do ‘corpo’ da Alemanha, cujo sistema circulatório era a massa que o aplaudia com devoção”, filosofa o cineasta sueco Peter Cohen no documentário Arquitetura da Destruição(FONTE: SUPER ABRIL). Além dos fortes meios de comunicação que explodiam na época e passavam uma boa imagem do líder.

3. E por fim, a personalidade reprimida dos judeus que Hitler passava para a população. O Hitler tinha uma política de que a raça ariana era sempre melhor e superior a todas, e graças ao mito de que os judeus eram aliados do diabo, o líder passou a ter um caráter racial por esse povo. As propagandas do regime ensinavam que confinar e matar judeus, assim como ciganos e outras “raças parasitárias”, era uma medida de saneamento, como exterminar ratos e bactérias. A população comprou essa ideia. “Movidos pelo antissemitismo”, diz Daniel J. Goldhagen, “os perpetradores do nazismo acreditavam que acabar com os judeus era justo, correto e necessário”. (FONTE: SUPER ABRIL). 

Foi assim que os alemães viram o Hitler como um salvador que apenas queria vingar seu país e devolver sua dignidade. Uma imagem messias, vista pelos olhos do povo germânico, nascia em Hitler. 

É recomendada a leitura da obra de Walter Langer, “A mente de Adolf Hitler”. Que se trata de um relatório secreto que se trata da mente psique e doente do Füher. https://books.google.com.br/books/about/A_mente_de_Adolf_Hitler.html?id=aLVjDwAAQBAJ&printsec=frontcover&source=kp_read_button&redir_esc=y

Totalitarismo

Porém, a alegria desse povo durou pouco, quando Hitler assumiu um governo totalmente totalitário. Nesse modo de organização política, o Estado exerce o controle total da vida pública e privada, propagando um forte espírito nacionalista. Uma forma de governo totalmente opressora em que o conceito político é o homem como servo do Estado. 

O medo e o terror são sentimentos disseminados em um regime totalitário como um elemento real, servindo como uma forma de controlar a população e mantê-la dependente da atuação e proteção do governo. O policiamento é constante, justamente para se identificar os inimigos da nação e persegui-los.

A propaganda é a maneira mais fácil de fazer chegar à população os ideais do regime totalitário, promovendo o domínio ideológico sobre os cidadãos. É feita uma forma de publicidade que apela para os líderes totalitários como os salvadores da pátria, os escolhidos para resolverem todos os problemas da nação.

Cria-se, assim, um mito, alguém a quem foi atribuído o encargo de vencer os inimigos. Tal propaganda é reproduzida em todo e qualquer meio de comunicação, ao passo que o Estado, por meio de secretarias de regulamentação midiática, controla tudo o que é reproduzido em rádios, cinemas, jornais etc.

Neste vídeo é possível observar um pouco sobre o Nazismo e Fascismo, principais formas de governos totalitários na história.

Filosofia como Libertação do Totalitarismo

A filosofia é uma ciência que abrange questões da natureza, conhecimento e principalmente da existência humana. O totalitarismo representa um sistema de governo que afetou a vida de milhões de pessoas, apresentando reflexos de alcance universal e gerando consequências que perduram até hoje em nossa sociedade.

Um filósofo que podemos associar a libertação do totalitarismo é Jean- Paul Sartre. Foi um importante filósofo da história recrutado em 1939 para a II Guerra Mundial, acabou prisioneiro dos alemães entre 1940 e 1941. Depois de libertado, voltou a lecionar e se integrou à Resistência Francesa, de oposição ao nazismo, fundando o Movimento Socialismo e Liberdade. 

Sartre possui uma famosa frase “o homem é aquilo que ele faz de si mesmo”, o que ele quis dizer com isso foi que sendo livres somos responsáveis por nossas ações,consequentemente somos livres para pensar e conceber nossos próprios paradigmas, não sendo então aquilo que fizeram de nós e sim nos criando a partir do que fizeram de nós. Somos o que escolhemos ser e fazer. Refletindo ao totalitarismo, aponta-se que essa escolha de opressão, adquirida por Hitler e outros líderes, vem do próprio ser humano, da sua escolha e como ele será moldado a partir disso. 

Hannah Arendt e o conceito de banalidade do mal

Até o século XVIII, o problema do mal era tratado do ponto de vista teológico, sendo a maioria das tentativas de elucidá-lo relacionadas com a religiosidade. Porém, a partir da Segunda Guerra Mundial, com o Holocausto Nazista, a reflexão sobre o mal toma um rumo totalmente novo. Nunca antes na História se tinha visto tamanha atrocidade cometida por humanos contra a própria espécie. Definir o mal passou a ser uma problemática aparentemente sem solução. 

Arendt aponta umas das principais atrocidades cometidas pelo regime nazista: a tentativa de tirar a humanidade do indivíduo, de tornar as pessoas incapacitadas de compaixão pelo próximo (“As origens do Totalitarismo”; ARENDT, H.) Ao tentar eliminar o povo judeu, não era apenas o extermínio dos indivíduos em si que se buscava, mas de uma classe específica de indivíduos, de toda uma cultura.

Ela levanta também um ponto bastante polêmico, sobre a participação indireta de líderes das comunidades judaicas no holocausto. Esses líderes eram muitas vezes tinham de escolher quais judeus deveriam ser poupadosdo extermínio, ou seja, sujavam suas mãos ao selecionar vidas humanas como se fossem objetos. Mas Hannah Arendt, não estava de forma alguma acusando seu povo — visto que ela era judia e refugiada — de ter uma parte responsável pelo holocausto. Quando aponta o mal comosendo uma banalidade, ela não quer apenas desmitificar a visão que temos e demonstrar como as mais terríveis atrocidades podem ser cometidas por pessoas comuns, mas sim tirar o mal do patamar de algo que não pode ser mudadoQuando tomamos o mal como sendo algo banal, lhe tiramos umas das principais características, que é a ligação com o sobrenatural, com algo imutável. (“As Origens do Totalitarismo”; ARENDT,H.)

A intenção de Hannah Arendt ao analisar o mal tirando o véu de perplexidade que o encobrira, não é  para aceitar os acontecimentos, mas sim para ver que há sempre uma possibilidade além da maldade, que resistir é uma das únicas formas de se manter humano, de se manter a espécie humana.

Para melhor compreensão do tema, recomendo a leitura do livro de Hannah ArendtAs Origens do Totalitarismo”. Link para leitura: https://books.google.com.br/books/about/Origens_do_totalitarismo.html?id=k8GnBAAAQBAJ&printsec=frontcover&source=kp_read_button&redir_esc=y